Editar: O que nunca fazer para reduzir o risco de AVC

1- Estilo de vida sedentário “Está comprovado que a atividade física regular ajuda a manter os vasos sanguíneos desobstruídos. Impede o acumular de placas nas artérias. Por isso, geralmente recomendamos que as pessoas façam cerca de 30 minutos de exercícios moderados, talvez cinco vezes por semana”, começa por dizer Arthur Wang. Leia Também: A fruta (acessível) que faz bem ao cérebro, ossos, coração e intestino 2- Ignorar a pressão alta “Descobrimos que muitas das mesmas coisas que recomendamos para um estilo de vida saudável também reduzem o risco de doenças cardíacas e AVC. Mas se há um fator que tem o maior impacto, esse fator é a pressão arterial. É de longe o principal fator de risco para AVC e a chamamos de assassino silencioso porque, muitas vezes, os doentes não a sentem”, conta Anthony Kim. 3- Deixar de lado as consultas médicas de rotina “Esses fatores de risco muitas vezes não apresentam sintomas reais. Um doente jamais saberia que a sua pressão arterial está alta, nem que tem colesterol alto, a menos que todos esses aspetos sejam avaliados com regularidade”, continua Arthur Wang. 4- Fumar “Aumenta o risco de AVC e de doenças cardíacas também. Estreita os vasos sanguíneos ao longo do tempo, o que pode levar, em última instância, a bloqueios do fluxo sanguíneo para uma parte do cérebro, que é essencialmente o que um AVC causa”, diz Anthony Kim. 5- Beber álcool em excesso “Mais de oito doses por semana para mulheres e 15 doses por semana para homens é considerado consumo excessivo.” 6- Ignorar a dieta “Aposte numa dieta rica em frutas e verduras, com alguma carne ocasionalmente.” 7- Não ter em conta o tratamento e os sinais “É importante que esteja atento aos sinais e procure tratamento o mais rápido possível. Os tratamentos disponíveis para AVC são mais eficazes quanto mais cedo forem iniciados.”
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